20 DE JULHO DE 2025 - Então, chegou julho e com ele no dia 04 as 14:30h a notícia de que meu pai havia partido ao 81 (oitenta e um) anos de idade, devido um infarto. Ele estava tão longe, tão distante de mim e das minhas irmãs, tudo devido a um ciume que a mulher que era sua concubina sentia, deste que meu pai separou da minha mãe e se ajuntou com ela, tentou de todas maneiras com inverdades manter o meu pai distante.
Meu pai ainda estava no hospital, enquanto seu corpo esfriava em cima de uma maca, ela já estava em ponto de ataque, nos afrontando que não queria ver ninguém chorando no enterro do meu pai, caso eu e minhas irmãs fossem dá o ultimo adeus ao meu pai.
Detalhe importante fomos nós as filhas que pagaram todo o velório e sepultamento do meu pai. Que mulher amarga e ruim de coração de hábitos costumeiros incomum - tipo mascar fumo, escarrar em qualquer lugar entre outros.
Na época quando se ajudou com o meu pai, ela tinha ciencia da nossa existência, assim como meu pai tinha ciencia dos filhos dela.
Nem tanto os filhos dela puderam conviver com o meu pai, enquanto nos crescemos sem a sua presença.
E quando meu pai envelheceu e já não podia fazer mais o que fazia quando era novo, esta mulher começou a maltrata-lo com ofensas, o que levou meu pai morar na mesma casa, porém em quartos separados devido tanto desgosto.
Afinal sua concubina não tinha estrutura para lindar com a situação, todas as vezes que eu tenteu me aproximar do meu não só em solteira, mas depois de casada e sendo mãe, ela fazia da vida do meu pai um grande inferno e para não ver meu pai sendo maltrado me afastava.
Porém, infelizmemte ele teve dois filhos com esta mulher, um veio morrer por se envolver com mais companhias e outro é tão mal caráter que se apoderou dos bens do meu pai em vida, tudo que ele construiu para ter uma fonte de renda quado chegasse a sua idade avançada que não pudesse mais trabalhar e asim sobreviver.
Infelizemente ele não desfrutou de nada, partiu em plna necessidade. E agora eu tenho que fazer o que qualquer filha faria e ainda mais por ser uma advogada que entendo que há uma violação de patrimônio por parte de um herdeiro relapso entre outras nomes que desqualifica uma pessoa do bem e uma concubina que acham que seus filhos são herdeiros do patrimonio que foi construido com a minha mãe. Sei que será muito difícil, mas por memória do meu pai eu farei.
Vou cuidar do inventário e do translado dos restos mortais do meu pai para o jazigo da familia, de modo que a minha mãe, meu filhote Teteu e o meu pai, fiquem juntos uma vez que não pudemos conviver juntos. Prometi ao meu pai e assim eu farei.
Por mais que carrego dentro de mim e nas minhas memórias momentos tristes sobre a convivência dos meus pais, estou sempre explorando os melhores momentos que me trouxeram alegria ao ser vivido.
Apesar da tristeza dentro de mim, por pensar que a vida negou momentos que deveria viver feliz ao lado dos meus pais, não podia deixar de parabelizar a minha filhota Kel pelo seu aniversário de 25 (vinte e cinco) anos de idade, iniciando o ciclo de sua maturidade, faço por ela o que acredito que meus pais deveriam ter feito comigo.
O bolo foi comprado e as velinhas também, o parabéns foi cantado e a oração feita pelo seu pai e pastor, tudo feito com amor e carinho para que ela se sinta amada e lembrada, mesmo com tão pouco dias da partida do meu pai.
Então entendo que devo começar um novo e mais um dia na certeza de que Deus esta comigo, para me dar a força necessária, o animo e a fé que preciso, justmente por não saber o que me espera no nascer de um novo dia, mas sei que Deus está cuidando de tudo e o melhor vai acontecer.
Acredite a partida do meu pai me deixou triste, mais quando olho para o tipo de vida que estava tendo ao lado daquela mulher e de seus filhos, consigo entender e enxergar que ele foi liberto de tanto sofrimento ofensivos, humilhações e desgostos que ele estava tendo nos ultimos dias de vida. Então eu vejo Deus.


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