20 DE FRVEREIRO DE 2026 - O tempo não para e os meses se passam, e vão me afastando do dia mais triste da minha vida, mas nunca do meu amor incondicional pelo meu filhote, o meu eterno Teteu. Outras coisas vão acontecendo em minha vida a medida que vou envolvendo com as orpoturnidades que surgem na minha vida profissional e vão tomando a minha atenção e com isso, eu penso e sinto menos a minha dor, porém a saudade nunca alivia, nunca dá trégua, todos os dias ela me visitar.
Depois alguns meses para prestar OAB sem fazer cursinho devido as minhas condições financeiras, passar na 1ª fase e na 2ª fase por mérito de excelência para conquistar a minha vermelhinha.
Aos poucos advogar tendo a minha filhota Raquel como assistente, me capacitar com curso ESA para me habilitar para prestar serviços advocatícios pelo Convênio da Denfesoria Pública e ainda fazer parte das Comissões e ainda receber Laureas por atuação e participação, fazer uma pós graduação de Mediação Extrajudicial, não é fácil, todas estas ações levaram o tempo de 15 anos.
Mesmo envolvida com todos estes fazeres, em nenhum momento a saudade me abandonou, pelo contrário ela se vez presente todos os dias, entender como o coração continua amando alguém que não estar presente e sentir falta.
Eu não quero ser a melhor mãe do mundo, somente quero ser um boa mãe para minha filhota, mesmo tendo a ausência da presença do meu filhote. E claro nisto tambpém ser uma boa amiga.
Mesmo estando vivendo um luto interno e eterno, não posso deixar de ser mãe e envolve-la em todo o meu amor. Ela ainda estar presente. E a nossa vida continua (...)
Porém, vivo imaginando como o Mateus estaria e para isto conto com ajuda da Interligencia Artificial para acalmar o meu coração.


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